Escrito por Valgas França às 20h50
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Gostaria de deixar bem esclarecido que não sou filiada a nenhum partido político e nem tenho a intenção de fazer política em favor de pseudos políticos.
Na verdade estou vivenciando um momento muito importante da minha vida. A minha opinião sobre o mundo no qual estou inserida está começando a se formar. Nessa fase está acontecendo algumas mudanças, quase que um processo de metamorfose. Estou entrando em contato com um mundo de verdades. E devo muito disso ao meu querido irmão Jerônimo, que é um filósofo muito atento as coisas/causas sociais.
Talvez por causa dessa influência me motivei tanto a optar pelo curso de ciências sociais. Mas mesmo se ele não tivesse me instigado a querer entender e ver as verdades escondidas pelo comodismo, acredito que uma vez em contato com o “mundo pensante” nunca mais me ausentaria dele.
Estudei filosofia pela primeira vez na oitava séria e ao contrário da maioria eu adorava a matéria. Prá mim parecia tudo tão fascinante e ao mesmo tempo tão fácil de compreender. Aí vieram as interrogações: qual o problema que as pessoas têm em raciocinar? E observei que o problema era com o fator leitura, e partindo do princípio de que filosofia não tinha nenhuma utilidade via-se uma espécie de “onda de negação”. Isso chegou a me assustar,como que jovens ditos com a cabeça aberta e que fazem questão exigir direitos se negassem a praticar o ato mais simples e livre do homem:o raciocínio?
Não que eu discrimine pessoas alienadas e mecanizadas. Mas confesso que tenho uma certa dificuldade em me relacionar com elas. Não as afasto de mim, é que eu fico indignada com um mundo tão pequeno e fechado...e na verdade a isolada sou eu.
Quando que vamos chegar ao consenso comum que ser politizado e viver a política é viver a vida em todos os seus sentidos e que a via é o raciocínio, produto básico da evolução?
Escrito por Valgas França às 10h03
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